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[REVIEW] Last Man Standing, quem será o último a ficar de pé?

Pra quem ainda não conhece, Last Man Standing é mais um game que utiliza o famoso sistema Battle Royale, novo “gênero” que nos últimos anos vem tomando conta cada vez mais dos jogos multiplayer.

Basicamente o jogo consiste em vários players (geralmente 100 indivíduos) se enfrentando em um mapa de mundo aberto gigantesco, com dezenas de armas e equipamentos espalhados em pequenos vilarejos, onde o objetivo é ser o único sobrevivente da partida. Para forçar que os jogadores batalhem e não fiquem apenas “campeando”, o mapa vai afunilando sozinho, de modo que quem esteja fora da área nova, toma dano até ser morto.

Hoje em dia existem basicamente dois grandes games do gênero em termos de números: Playerunknown’s Battlegrounds, o famoso PUBG, e seu principal concorrente, Fortnite. Ambos os games tiveram um nível de aceitação incrível e bateram números extraordinários em relação a partidas multiplayer. Outros games como H1Z1 e Ring of Elysium também fazem o uso do sistema Battle Royale, porém esses vem aos poucos tendo um leve destaque na Steam.

A diferença entre eles e Last Man Standing, é que o game que é 100% gratuito e utiliza basicamente os mesmos recursos de PUBG, com uma grande gama de customização de personagens e uma ambientação gráfica mais realista. Além disso, a definição do local de início não é livre como em seu concorrente, o que torna o jogo muito mais difícil e surpreendente.

Os gráficos não chegam nem perto de produções AAA que temos das grandes produtoras, mas não chega a ser ruim para os menos exigentes. Consequentemente, temos um game que roda muito bem em configurações não tão atualizadas. Usando PUBG mais uma vez como parâmetro, isso já não seria possível com uma configuração modesta.

Já a gameplay em LMS, como era de se esperar, é muito divertida e dispõem de modos Solo e Squad, sendo também bastante competitiva. A variedade de itens é imensa e o game traz um escudo que pode ser armado em qualquer ambiente para se defender, geralmente em um campo aberto onde funciona como uma espécie de barricada.

Os 5.7GB de arquivos para download do jogo são muito bem utilizados e o game possui uma interface muito bonita (me lembrou um pouco BF4). Claro que os servidores “não americanos” acabam em algumas partidas prejudicando os brasileiros, principalmente pelo loads demorados ao esperar todos os players entrarem (o que chega a incomodar), mas em contra partida o game está totalmente em português, o que é um trunfo interessante.

Em resumo, o game merece ter uma vaga na sua área de trabalho, simplesmente por ser totalmente gratuito e não muito pesado. Claro que para chegar ao patamar de PUBG e Fortnite, que faturam milhões todos os dias e tem uma gigantesca equipe trabalhando somente nisso, ainda falta muito. Porém, dentre as alternativas que o mercado oferece hoje, LMS acabou se saindo muito bem e tem grandes chances de se popularizar ainda mais na Steam.

Fernando Fugiwara
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